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Esôfago de Barrett

26 de dezembro de 2016 - Medicina
Esôfago de Barrett

Sobre o Esôfago de Barrett

Esôfago de Barrett é um requisito clínico varias vezes esquecido, porém que possui extensa relevância. No presente se acumula, no mínimo nos EUA, uma dominância de 56% nos adultos deste país.

Frequentemente, esta exigência é uma metaplasia da mucosa esofágica que substitui a mucosa normal depois do insulto causado por doença do refluxo gastroesofágico.

Sua evolução tende a ser assintomática. O desfecho mas temido é a evolução para adenocarcinoma de esôfago.

esofago

Apresentaremos seguinte um recapitulação de atualizações sobre Esôfago de Barrett de modo prática para o dia- a -dia de nenhum gênero de médico.

Atualização

Estudos recentes de subida qualidade sugerem que a incidência de adenocarcinoma de esôfago (ACE) em pacientes com esôfago de Barrett é de 01% a 03% ao ano.

O risco de ACE é maior em homens ( um par de vezes maior em conferência com as mulheres) e também quanto maior a extensão do esôfago de Barrett.

O risco se mostra menor enquanto endoscopias seriadas não mostram progressão para displasia.

Menos de 10% dos pacientes com ACE possui um diagnóstico prévio de Esôfago de Barrett acontecendo ; assim sendo, realizar rastreamento de rotina não possui nenhum gênero de eficiência.

Não há evidências de que a triagem endoscópica consiga prevenir a morte por ACE. Apesar dessas limitações, o rastreamento ainda é recomendado pelas sociedades médicas.

As instruções atuais recomendam a triagem endoscópica em pacientes com sintomas crônicos de Doença do Refluxo Gastroesofágico associado a qualquer fator de risco suplementar (idade maior ou igual 50 anos, sexo masculino, raça branca, com sobrecarga ou obesidade, tabagismo, distribuição de adiposidade corporal intra-abdominal).

A Displasia

A displasia é um biomarcador falho para o potencial de progressão para ACE, porque é possível que ser irregular dentro da lona da mucosa esofágica e também é possível que pode não ser detectada em uma modelo aleatória de biópsia do lona.

A progressão para ACE foi estimada em 6% para displasia de elevado proporção e também 18% para a displasia de insignificante proporção.

esofago de Barrett

A amputação por radiofrequência é o procedimento de escolha para o esôfago de Barrett com displasia de pouca ou baixa intensidade, porém não para casos de Esôfago de Barrett sem displasia.

Não existe consenso sobre a conduta para os casos com displasia de insignificante intensidade, porém a amputação é eventualmente recomendada por número reduzido de especialistas.

Vigilância endoscópica deve continuar mesmo em seguida a erradicação aparentemente muito -sucedida da metaplasia.

Displasias

Com relação ao séquito endoscópico dos casos de Esôfago de Barrett, este possui como principal pretensão diagnosticar o quanto antes que as alterações celulares pré-malignas, como a displasia.

A displasia, que é uma mudança celular mas grave que a metaplasia (esôfago de Barrett), fornece subsídios às células esofágicas porque estas se malignizem, isto é, se tornem células cancerígenas.

As displasias são classificadas em grave e também elevado proporção. As displasias de grave intensidade (poucas alterações celulares) devem ser acompanhadas de modo bastante próxima com endoscopias anuais, sendo realizadas biópsias seriadas da localidade comprometida.

De outro modo, a dispasia de elevado intensidade ( varias alterações celulares) é possível que necessitar da retirada desta mucosa por endoscopia (mucosectomia) ou técnicas ablativas, e também nos casos com comprometimento mas extenso até mesmo a retirada do esôfago assaltado (esofagectomia) é possível que ser indicada.

 

2 opiniões sobre “Esôfago de Barrett

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